segunda-feira, 28 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
"Permitir"
O que sabemos do amor??
Amor, palavra tão frágil, curta e fácil.
Mas tão cheia de significado, de expressão e de calor.
Dita rápida, mas de difícil e lenta compreensão.
Podemos mencioná-la, a todo e qualquer momento e, além disso, sem restrições.
Mas não temos como decifrá-la e, às vezes, levamos meses, anos, para realmente entender o que possa significar.
Alguns conceitos de amor: "O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação. É tido por muitos como a maior de todas as conquistas do ser.
Conquista??? Esse seria o ápice do amor? Assim como na selva, ou na própria vida animal em que o macho deve diariamente conquistar a fêmea para obter seu fim maior: a satisfação. E que, aproveitam-se, dos dias de cio das fêmeas para acasalarem e assim, prosperarem a espécie, como um ciclo sem fim.
Seria essa mesmo a finalidade do amor?!?
Bem, tudo nos leva a crer que sim. O instinto animal existe desde os primórdios, desde que o mundo é mundo e, por esse meio, podemos perceber que o maior tesão da espécie (humana ou animal), sim, é ver o seu ato consumido. É ter a sua satisfação satisfeita, seu age alcançado e assim, poder desfrutar desse prazer único e desejado.
Porém, de outro lado, deparamo-nos com o conceito de Platão, com o qual, diz:
O amor é o DESEJO por algo que NÃO se possui.
A noção de amor é central no pensamento platônico. Em seus diálogos, Sócrates dizia que o amor era a única coisa que ele podia entender e falar com conhecimento de causa. Platão compara-o a uma caçada (comparação aplicada também ao ato de conhecer) e distinguia três tipos de amor: o amor terreno, do corpo; o amor da alma, celestial (que leva ao conhecimento e o produz); e outro que é a mistura dos dois.
Segundo alguns, a palavra amor pode ser entendida também como sexo, quando usada em expressões como "fazer amor", "make love", "hacer el amor", "faire l'amour".
A temática do amor é comum a quase todos os filósofos gregos, entendido como um princípio que governa a união dos elementos naturais e como princípio de relação entre os seres humanos.
Depois de Platão, entretanto, só os platônicos e os neoplatônicos consideraram o amor um conceito fundamental. Em Plutarco o amor é a aspiração daquilo que carece de forma (ou só a tem minimamente) às formas puras e, em última instância, à Forma Pura do Bem. Em "As Enéadas", Plotino trata do amor da alma à inteligência; e na sua Epistola ad Marcelam, Porfírio menciona os quatro princípios de Deus: a fé, a verdade, o amor e a esperança. No pensamento neoplatônico, o conceito de amor tem um significado fundamentalmente metafísico ou metafísico-religioso.
É bom de sentir, é bom de distribuir, é bom de ter o AMOR. é bom, é ótimo e maravilhoso.
Sensação indescritível. Ahhh! o amor, huuuummmmm....o SEXO!
É...e eis que surge, o SEXO...porque, é aquela velha história - do amor brota o sexo; - mas a dúvida que não quer calar: do sexo, brota o amor??
Não nego..nunca tive essa última experiência, tão embora, sinto que a química do sexo pode construir não somente boas experiências, como também, um sentimento dócil e de bem querer, mas não sinto que, simplesmente o ato do sexo em si, possa vir a traduzir o AMOR.
Sinto que pode existir, sim, o nascimento do amor, após desfrutar de bom sexo. Porém, isso tudo, vem atrelado a tantas outras coisas que envolvidas em um complexo maior terminam por completar o que, podemos chamar de relacionamento "perfeito" e duradouro.
Essas coisas já referidas, seriam, entre tantas, a admiração pela pessoa, o cheiro, o tato, a troca de olhares (mesmo que, seja no escuro), a cumplicidade, a confiança, o respeito mútuo, o desejo constante, o carinho, a vergonha, a expectativa, a surpresa, as novidades, a afetuosidade e milhares de outros qualitativos que engrandecem e dão "corpo" à relação.
Então, baseando-se em um conceito mais real, o amor, para ocorrer, não importando os níveis - se social, afetivo, paternal ou maternal e, mesmo, fraternal , deve obrigatoriamente ser permitido. O que significa ser amor permitido?
Bem, de fato quase nunca pensa-se sobre isso porque passa tão despercebido que atribui-se a um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. Mas não, a permissão aqui referida toma-se por base um sentimento de reciprocidade capaz de dar início e alargar as relações de afetividade entre duas ou mais pessoas ou seres que estão em contato e que por ventura vêm a nutrir um sentimento de afeição ou amor entre si.
A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou atitudes demeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar, quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto dure e mais, nas lembranças e memórias.
Compreendendo nesse viés, achei a resposta da pergunta sempre surgida nos relacionamentos: Por que você me ama? Porque você permitiu.
Essa frase remete ao mais simples mecanismo de reciprocidade e lealdade, se um pergunta ao outro a razão de seu sentimento de amor em direção a ele, a resposta só poderia ser essa.
A razão do sentimento de amor em direção à outra pessoa recaí na própria pessoa amada, que em seus gestos, palavras, pensamentos e ações conferiu permissão a que a outra pessoa ou ser - podendo até ser um animal de estimação - o dedicasse aquele sentimento de amor.
O amor pode ser entendido de diferentes formas, e tomado por certo conquanto é um sentimento, dessa forma é abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho ou textura. Mas é por si só: O sentimento em excelência; o que quer dizer que é o sentimento primário e inicial de todo e cada ser humano, animal ou qualquer outro ser dotado de sentimentos e capacidade de raciocínio natural.
Vivemos em uma era que carece de amor e necessita reconhecer esse sentimento em si e nos outros, não importando idade ou sexo. Embora, saibamos que o amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que sem amor a criatura não sobrevive conquanto o amor equilibra e traz a paz de espírito quando é necessário, ainda existem muitos seres que não sabem AMAR, ou pelo menos, não sabem o que vem a ser, realmente o amor; mas, mesmo assim, insistem em viver, ou seria, quase - morrer???
Para esses, diria, plagiando Mário: Tão bom morrer de amor..e continuar vivendo!!
quinta-feira, 10 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Everning!
E agora...final de tarde...e eu, em dúvida, ainda!
Constante dúvida essa que me permeia..que me envolve..que me consome!
Não sei se é preto no branco, ou branco no preto.
Não sei se é noite ou dia.
Não sei qual é doce ou amargo.
Nem tampouco, o que fazer!
Á única coisa que sei: é que, nada sei.
E agora, vou pingar umas gotas de alucinógeno para ver se me encontro [mesmo que seja, por uns instantes].
Good everning! :)
Constante dúvida essa que me permeia..que me envolve..que me consome!
Não sei se é preto no branco, ou branco no preto.
Não sei se é noite ou dia.
Não sei qual é doce ou amargo.
Nem tampouco, o que fazer!
Á única coisa que sei: é que, nada sei.
E agora, vou pingar umas gotas de alucinógeno para ver se me encontro [mesmo que seja, por uns instantes].
Good everning! :)
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Sexta-feira!
É visível a alegria e extrema satisfação das pessoas em sentir, de fato, a SEXTA-FEIRA!
Claro, não poderia ser diferente.
Ela encerra ciclos, prazos, cansaço e rotina...mas, ao mesmo tempo, inicia novos presságios, novas inspirações e experiências.
De um lado, porque encerra-se a semana (dita aquela, corriqueira e "comercial"), bem como, termina com os afazeres e desgastes físicos e mentais, por ora...
De outro, porque inicia o vindouro FIM DE SEMANA, com a emoção e expectativa de algum grande evento, alguma festa tão esperada, a programação de uma viagem, o tempo "livre" para o estudo e porque não, a possibilidade de um simples "dolce far niente"...
Bem, realmente temos que endeusar a famosa SEXTA-FEIRA, tendo em vista, ser ela, o remédio para grandes desmotivações; a pílula para o estresse; o calmante para noites mal dormidas; a injeção para o início do fim de semana; o companheiro ideal para aquele encontro tão desejado; o dia ápice da semana, bem como, todas as coisas boas fantasiadas no íntimo de cada um!
Uma ótima sexta recheada de grandes emoções! Que assim seja...
Uma ótima sexta recheada de grandes emoções! Que assim seja...
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Iniciando a vida ativa do blog após alguns dias....devido à falta de tempo e disponibilidade.
Bem...o que importa, de fato, é que agora, cá estou! E pretendo ter bastante inspiração para mantê-lo sempre atualizado e com boas considerações.
SEGUE...segue o rumo, procurando o seu lugar...aqui, acolá..
BEM-VINDOS!!
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